sábado, 18 de fevereiro de 2012

História da Propaganda III – A propaganda no Mundo durante a Primeira Guerra Mundial

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Oi! Tudo bem?

Depois de umas férias sobre o assunto hoje vamos continuar neste post o tema "história da propaganda no mundo", agora dando ênfase ao período das grandes guerras no mundo. Esse período da propaganda é um dos mais movimentados e podemos ver de forma clara a propagação de várias ideologias (que é basicamente o objetivo da propaganda). Sem mais delongas vamos diretamente ao assunto.

Primeira Guerra Mundial.

A Primeira Guerra Mundial durou quatro anos (iniciando em 28 de Julho de 1914 e terminando em 11 de Novembro de 1918). A guerra ocorreu entre ao Tríplice Aliança (Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália) e a Tríplice Entente (Rússia, França e Inglaterra). Mas essa guerra foi marcada por grandes reviravoltas, por exemplo, em 1915, a Itália (que até então mantinha neutralidade), traiu a aliança que fizera com a Alemanha e entrou na guerra ao lado da Tríplice Entente. Outro exemplo, das mudanças que ocorreram foi em 1917, quando houve a entrada dos Estados Unidos no conflito e a saída da Rússia, esses fatos foram decisivos para o desfecho do conflito que resultou que resultou no Tratado de Versalhes. O Brasil foi o único país latino-americano a entrar no conflito.

Para saber mais sobre esse conflito acesse os sites: Brasil Escola, Wikipédia, História do Mundo. Recomendo a leitura, assim é mais fácil compreender as propagandas criadas neste período.

E a propaganda...

A Primeira Guerra Mundial permitiu que a propaganda, deixasse de ser vista apenas como uma estratégia de mercado e passou a ser percebida como uma ferramenta de guerra. Mas como assim? Cada nação envolvida na Primeira Guerra Mundial utilizava-se de cartazes de propaganda como um meio de justificar ao seu povo o envolvimento na guerra e conquistar mais recursos para sustentar a campanha militar.

Outro foco da propaganda neste período era conquistar mais soldados para as terríveis trincheiras e alimentar o patriotismo da população que acreditava no poder das armas e na força de seu país. Por exemplo, o uso de cartazes de propaganda pela Grã-Bretanha era compreensível, pois em 1914 ela só possuía um exército profissional, diferente das outras grandes nações (como a França e a Alemanha). 

No princípio o uso de cartazes mostrou-se positivo para a Grã-Bretanha, mas o quantitativo de homens para o serviço ativo no front era enorme, exigindo a introdução do serviço militar obrigatório. Ainda sim, os cartazes de recrutamento continuaram sendo usados durante a guerra e na maioria dos outros países, incluindo França, Alemanha e Itália.

No entanto, o país que mais utilizou a comunicação de massa durante a guerra foi os Estados Unidos. Apesar de sua entrada tardia no conflito, o governo americano na época contratou o jornalista Walter Lippman e o psicólogo Edward Bernays para elaborar estratégias que permitisse uma opinião pública favorável à guerra, ou seja, os Norte-americanos deveriam querer a entrada de seu país na guerra, ao lado de Inglaterra e contra a Alemanha.

Em pouco tempo, o trabalho alcançou seus objetivos e população expressava nas ruas seu imenso repúdio ao povo alemão. Foram seis meses de trabalho árduo, com a produção de inúmeros cartazes que demonstrava a nobreza de servir ao exercito, que demonstrava o poder dos Estados Unidos e também apresentavam fortes argumentos contrários à Rússia, à Tríplice Entente.

Trava-se verdadeiramente de uma propaganda, toda a comunicação era ideológica e os argumentos utilizados aumentava no povo norte-americano o amor pelo país, e esse patriotismo firmava-se na defesa do país contra o seu inimigo (neste momento o povo alemão).

Diante dos resultados obtidos com a propaganda de massa, Edward Bernays passou à desenvolver estudos que tinham como foco a influencia e controle da opinião pública pela propaganda de massa. Desses estudos surgiram os conceitos: mente coletiva e consenso fabricado, que se tornaram importantes na criação e prática da propaganda de massa.

Para melhor ilustrar como eram as campanhas da época, segue abaixo uma série de cartazes com alguns comentários, vamos lá?  
PrimeiraGuerraMundial


Se você quer conhecer uma coleção de cartazes da primeira guerra mundial, visite o site First World War lá você poderá visualizar um grande número de material desenvolvido durante a guerra nos países envolvidos no conflito. Você pode visitar também o site da Biblioteca Nacional Digital, ele possui um grande acervo com 256 cartazes datados do período da primeira guerra mundial.

Aos professores que querem trabalhar com esse material em sala de aula, o site Nova Escola disponibilizou um plano de aula voltado ao ensino fundamental, vale a pena conferir!

Ah! Envie-nos um comentário apontando o seu cartaz favorito, o que mais chamou atenção nele e até mesmo fazendo observações da história que não postamos aqui.

Fiquem com Deus! Até +

_______________________________
Fontes:
http://pt.scribd.com/doc/23226078/1-Historia-da-Propaganda-ok
http://pt.scribd.com/doc/6946407/artigo-A-Historia-da-Propaganda-Brasileira
http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/carreira/historia-publicidade-e-propaganda/
http://www.artigonal.com/multimidia-artigos/publicidade-890915.html
http://pt.scribd.com/doc/50378128/A-Propaganda-Nas-Grandes-Guerras
Imagens:  
http://www.odiario.com/blogs/publistorm/series-propagandas-da-primeira-guerra-mundial/
http://postersdeguerra.blogspot.com/
http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/mylinks/viewcat.php?cid=12&letter=P&min=140&orderby=titleA&show=10
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O medo de expressar-se?

6 Comentários

O maior erro que você pode cometer,
é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.
Desconhecido

Olá Pessoal! Como começou o ano?

Depois de um bom tempo sem postar hoje vou conversar com vocês sobre o medo de se expressar, de dizer sua opinião. A ideia de escrever sobre esse assunto surgiu depois que li uma crônica chamada “O Medo, o Espelho, o Reflexo e o Café” escrita por Eduardo Engelmann em 26 outubro de 2011 e postada no Clube do Designer.

Na Crônica, Engelman faz uma reflexão a cerca dos motivos que impedem as pessoas de opinarem, ou melhor, lançarem (neste caso, escreverem) suas ideias e pensamentos sobre temas abordados em blogs, perfis, etc. Mas o que levou o autor escrever sobre esse assunto?

Na época em que foi escrita, o clube do designer, tinha lançando um concurso de opinião sobre a nova identidade visual do clube. No entanto, apesar de um número significativo de visualizações foi contabilizado apenas cinco comentários. 

Quando vi os argumentos me perguntei, eu tenho medo de expressar minhas opiniões? A resposta: pavor, terror... não sei mais que palavras usar para dizer o grau de medo que tenho de escrever minhas opiniões nos blog, de dizer se aprovei ou desaprovei, algum comentário parabenizando, etc. 

No entanto, esse é um problema que atinge não só as pessoas no mundo virtual. O medo de se expressar nos prejudica em nossos relacionamentos (tanto na vida pessoal, como na vida profissional). O que nos aflige é a seguinte questão: O que vão pensar de mim? Acho que é besteira. É por essas e outras perguntas que os auditórios ficam lotados nos cursos de oratória.

Esse pavor, esse medo de falar, de escrever em público atinge a maioria das pessoas em nossa sociedade. Um exemplo disso, é que muitas pessoas se sentem incapaz de escrever seus trabalhos de conclusão de curso, de escrever uma carta para pessoa, de criar currículo, de escrever um relatório, de ler um texto em voz alta, de recitar um poema, porque? Não tenho essas respostas, mas posso lançar algumas opiniões. 

Acho que boa parte dos nossos medos teve origem na infância ou de um trauma que tivemos em nossas vidas. Desta forma, penso que esse pavor que muitos sentem é fruto de experiências desagradáveis. Por exemplo: 
  • Medo de expressar opiniões em uma postagem (de um blog qualquer) porque sempre que dizia alguma coisa em casa (ou na escola, turma de amigo) outras pessoas interrompiam dizendo que eram burros, bobos, brigavam, mandavam calar a boca.
  • Medo de escrever uma opinião porque escreveu errado e a professora o corrigiu asperamente, etc.

Acho que tais experiências podem ter acontecidos com colegas nossos e por presenciar a humilhação decidimos não passar por isso. Mas, as causas não se resumem a momentos ruins.
  • Talvez a escola não incentivou a criatividade ou o pensamento critico.
  • Não houve estímulos para expressar pensamento, criar histórias, dizer opinião.

Isso são só opiniões, eu só sei que para ser hoje uma blogueira iniciante, tive que vencer meus medos. Conto um segredo para vocês, meus amigos ainda não sabem da existência dele. Acho que não vão saber tão cedo. 

Para não esvaziar a bonita reflexão da crônica, vou parar por aqui e deixo vocês com o meu trecho preferido do texto.

Por que estou escrevendo isso, se não sei nada de psicologia?Porque todos nós temos o período de maturação. Não se colhe café antes que sua cor mude de verde para vermelho. Quando isso é feito, o café perde o melhor, perde o sabor. Depois da colheita, joga-se o café no terreiro para que os grãos sequem. E o mesmo processo da colheita, se repete novamente, a dança da peneira.[...]Então fiquei aqui pensando: Por que as pessoas não opinam? Por que não assoprar as ideias como fazemos na colheita do café? No processo o objetivo é remover as folhas e ficar com os grãos, mas no processo, sempre alguns grãos também vão para o chão. Ocorre o medo de se expor? Ou o medo de ferir alguém?Ah, tá, o medo de perder alguns grãos preciosos.Ah, tá! Democracia e direitos. Opino se eu quiser, é um direito meu. OK!


Depois dessa pequena reflexão, pergunto para você: O que te impede de expressar suas opiniões? Deixe um comentário. 

Eu fico por aqui confessando: meu maior medo de escrever em público é errar o português e as pessoas me corrigem de forma grosseira.  

Inté, povo!
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O uso dos porquês

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Olá Galera!

Hoje vou atacar com um tema de português. Sempre fui péssima nisso, então como tenho que estudar muito para aprender vou compartilhar com vocês o que aprendi.  Vamos lá!

Não sei vocês, mas eu tenho uma dificuldade enorme para empregar os porquês. A língua portuguesa nos reservou esse pequeno quarteto que muitas vezes nos confundem.

Os dois primeiros porquês são de fácil aprendizagem. No entanto, devemos ficar atentos aos detalhes. Vejam:

Por que
1- Por que (separado e sem assento) é utilizado em frases interrogativas.

Ex.: Por que você não fez o trabalho em grupo?
Por que ele não foi para o aniversário da tia?
Por que as mulheres vestem burca?
Por que os homens gostam tanto de futebol?

2- Em frases afirmativas, desde que no seu emprego estejam subtendido os substantivos a razão, o motivo, a causa.

Ex.: Gostaria de saber (a razão) por que os policiais continuam de greve;
Não sei (o motivo) por que meu vizinho é tão violento;
Ainda não sabemos (as causas reais) por que dos desabamentos;
O diretor explicou (a razão pela qual) por que suspendeu as aulas de natação.

Resumo: Por que (separado e sem assento) usado em frases interrogativas e ou em frases afirmativas em que antes do por que esteja subentendido um substantivo (com a ideia de motivo, causa, razão, pelo qual, para que)

Por quê
É colocado no final da frase, ou antes, de pausa, com o sentido de motivo.

Ex.: As mulheres demoram no banheiro por quê?
O ator estava nervoso, sem saber por quê;
Vanessa e Ricardo estão separados, mas ninguém sabe por quê?
A professora não veio hoje. Você sabe por quê?

Se o que estiver no fim da frase, no fim mesmo,

encostado no ponto, leva circunflexo.
Squarisi (2008, p. 129)
Porque
1- É usado quando a pergunta é acompanhada de uma hipótese de resposta.

Ex.: Você não veio me visitar porque é contra meu casamento?
As mulheres demoram no banheiro porque retocam a maquiagem.
Trabalho porque preciso pagar minhas contas.
Esse paciente precisa de atendimento especializado porque seu estado é grave.

2- Ou é usado quando uma locução introduz uma explicação, um motivo.

Ex.: Vanessa disse que terminou com o Ricardo porque ele sempre a tratava com ignorância

A resposta à questão é moleza . O parzinho

vem colado. É a conjunção casual.
Squarisi (2008, p. 130)

Porquê
Usa-se quando não apenas o sentido, mas é usado em lugar de um desses substantivos (ou seja, é substantivada): motivo, causa, pergunta, e forma, com a preposição por, uma só palavra.

Ex.: Não entendo o porquê da sua tristeza;
A cozinheira deixou de preparar o almoço e não explicou o porquê;
Há muitos porquês para a demissão dos funcionários.
Eis o porque das mulheres demorarem no banheiro.

O porquê – juntinho e enchapelado – joga no time dos substantivos.

É Sinônimo de causa, razão, motivo. Ele apresenta duas marcas.
Uma: tem plural. A outra: vem acompanhando de artigo numeral ou pronome;
Squarisi (2008, p. 130)

Para concluir, vejam o mapa mental que encontrei (simplesmente maravilhoso).


Ah! Depois de tantas dicas você já sabe usar corretamente os porquês, então me responda - eu o empreguei corretamente no título. Espero suas respostas!

_____________________
Fonte:
http://maiquel.wordpress.com/2007/06/14/uso-dos-porques-para-nunca-mais-esquecer/
Squarisi, Dad. Escrever melhor: guia para passar os textos a limpo. 1. ed., São Paulo: Contexto, 2008.
http://www.mapasmentais.com.br/modelos/portugues/mm_port_porque.htm
Manual de Redação da Câmara dos Deputados (2004). 
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Pesquisa revela que televisão é a mídia mais eficaz

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Oi pessoal!

Em agosto estive em São Paulo fazendo curso e tive acesso ao jornal PROPMAK. O que chamou minha atenção (na edição 2373) foi a chamada de capa: “Estudo mostra eficácia da TV”, ou seja, em plena era da internet, as mídias socais bombando e  a televisão ainda sustenta a posição de mídia mais eficaz. Assim resolvi ler mais sobre o assunto, e disponibilizar para vocês alguns dados. Vamos lá?

Contrariando todas as previsões de que a televisão perderia espaço para os anúncios na internet, o estudo realizado no mercado britânico revelou que a TV é o meio de comunicação com maior retorno (ROI) de mídia. Segundo o Payback 3, encomendo pela Thinkbox (Associação de emissoras de TV do Reino Unido) o retorno é de 1,70 para cada 1 libra investida e o valor do ROI aumentou 22% nos últimos cinco anos. Na pesquisa foram analisadas três mil campanhas veiculadas entre 2006 e 2011.

Essas informações confirmam o que em 2009 foi levantado pelo instituto americano Advertising Research Foundation, – ARF. O estudo realizado constatou que o anúncio de 30 segundos é mais eficiente para a construção de marcas e sua eficiência poderia estar aumentando. Esse estudo ainda revelou que ao se leva em consideração o brand awareness, a TV ainda é a mídia mais eficaz, ou seja, os dados demonstram que enquanto o aumento da eficiência da TV foi de quase 60% entre 2004 e 2007, para a mídia impressa foi de 40% e para a online quase 20%. A pesquisa avaliou 388 cases do mercado americano. 

Segundo dado do Media Book, do ibope, a TV aberta no Brasil tem penetração em 97% dos domicílios e a TV fechada chega a 28%. Enquanto o número de brasileiros conectados à internet em 2011 foi de 48% (pesquisa realizada pelo Ibope Nielsen Online). O que desfavorece os grande investimentos em campanhas cujo público-alvo é amplo, pois essa mídia não possui a mesma penetração que a TV aberta.O Mídia Dados 2011 revelou que, em 2010, na participação do bolo publicitários a TV possui 62,9%. E a TV globo ficou com o maior share de audiência 43,2%. As imagens abaixo foram retiradas do site MidiaDados.
 


No entanto, uma pesquisa realizada esse ano revelou que os dispositivos móveis vêm ganhado mercado superando a TV. Até 2016, a publicidade online será superior a TV, é o que afirma a Forrester. Segundo ela os anunciantes deverão gastar quase US$ 77 bilhões com anúncios digitais somente nos Estados Unidos, o que corresponderá a 35% dos gastos com publicidade naquele País. Os anúncios para celular vão ultrapassar os anúncios sociais e e-mails marketing. Eles vão chegar a US $ 8,2 bilhões em receita em 2016.

Para finalizar conheça as vantagens e desvantagens de anunciar na TV e na internet.
Até +


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Fontes:
http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=propmark&infoid=51204&sid=4
http://www.midiabsb.org.br/?p=593
http://www.gm.org.br/page/midia-dados
http://www.avellareduarte.com.br/projeto/conceituacao/conceituacao1/conceituacao14_internetBrasil2011.htm#ixzz1hsibOgEe.
http://oficinadainovacao.blogspot.com/2011/08/dispositivos-moveis-superam-tv-como.html
http://www.midiabsb.org.br/?tag=tv&paged=2
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O que é ROI em comunicação?

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Oi Pessoal! E a vida como está?


Quando estava na graduação me identificava com as disciplinas que tinham cálculo, estatística e pesquisa. Identificava-me também com os temas sobre marca, posicionamento. Mas, as matérias foram bem superficiais e acabei não me aprofundando.

Há um tempo escrevi um post que tratava de responsabilidade interna e a problemática que os comunicadores têm dentro de boa parte das instituições por não serem considerados um setor estratégico e como agir para que fosse respeitado como profissional e ser humana.

O que isso tem haver com ROI? Muita coisa. Os setores de comunicação dentro das instituições não tem se posicionado como um setor estratégico e planejado. Muitas vezes trabalha como tarefeiro, faz um release aqui, uma peça gráfica ali. Mas, cadê as estratégias? Quais são os objetivos? As metas foram alcançadas? O que foi positivo? O que foi negativo? Quais os resultados obtidos? Tudo isso perpassa a mensuração do Retorno sobre Investimento.

ROI é a sigla anglo-saxônica para Return on Investment, traduzindo: Retorno sobre Investimento. O ROI é a relação entre o dinheiro ganho ou dinheiro perdido através de um investimento, e o montante de dinheiro investido.

Em finanças existem três formulações possíveis de taxa de retorno, através do retorno efetivo, retorno exigido e retorno previsto. O retorno efetivo serve como medida de avaliação do desempenho de um investimento, o retorno previsto serve como medida ante o desempenho de um investimento, que é a sua taxa implícita, aquela que iguala o valor do investimento do seu preço ou custo.

Na publicidade temos como definição de que ROI é a relação do custo de campanhas de publicidade com o lucro gerado por conversões (vendas, fidelização de clientes, marca). Assim, o ROI indica o valor ganho por sua empresa em relação ao custo de sua campanha de publicidade.

No entanto, essa definição é muito simplista e não retrata toda a verdade sobre a mensuração de ROI em comunicação, que vai além do tangível, do número que é calculado.
Para entender melhor ROI vamos assistir esse dois vídeos que tratam do assunto. O primeiro é um edição do Desenrola! que discutiu com alguns estudantes o ROI




O segundo vídeo é a entrevista completa com Rafael Sampaio, vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA). Ele explica os pormenores sobre ROI e porque ele pode ser o melhor sonho ou o pior pesadelo do anunciante.






Como assistimos as instituições, mesmo aquelas que são públicas, sobrevivem dos resultados que obtém no mercado ou de suas imagens com o consumidor final. Então os comunicadores precisam se atentar que toda empresa quer saber o que está ganhando ou perdendo quando investe em comunicação. E isso é o ROI!

Temos então que quebrar o paradigma de que é impossível mensurar a comunicação (principalmente quando falamos de internet, mídias sociais, etc.) e começar a desenvolver índices que nos forneçam dados que norteiem os nossos esforços de mídia. Sobre esse assunto agora, vamos assistir a um vídeo com Diego Senise. Que domina brilhantemente o assunto, pois foi o tema do seu trabalho de conclusão de curso. Ele ainda é uma dos autores do livro: ROI em Comunicação: Avaliação e Mensuração.



Espero que tenham gostado do assunto! Sei que foi corrida a explicação, mas agora vou me debruçar na monografia do Diego Senise e depois volto com mais detalhes. Ah! Quem quiser fazer o download do arquivo está disponível no site InComMetric.

Até +

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Fonte:
http://www.osignificado.com.br/roi/
http://www.incommetrics.com/?p=462
Imagem: SENISE, Diego dos Santos Vega. Mensuração de Retorno de Investimento em Comunicação: Teoria e Prática – São Paulo, 2009. XCV. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social – habilitação em Publicidade e Propaganda. Escola de Comunicação e Artes USP, 2009).
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sábado, 17 de dezembro de 2011

Design de Comunicação: primando pelo diferencial na comunicação

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Olá Pessoal! Como vocês estão?

Depois de um bom tempo sem criar post hoje estou com a corda toda e vou falar sobre Design de Comunicação. Um desafio, já que este tipo de design se confunde bastante com outros tipos, como por exemplo, design gráfico, design editorial, design multimídia e assim por diante. Então vamos conhecê-lo?

Começaremos então pelo conceito de Design de Comunicação. Segundo a Wikipédia, Design de Comunicação é um amplo processo criativo que atua na construção de mensagens. Ele não possui uma metodologia regrada e sua atuação é voltada à arte comercial, respondendo aos avanços sociais e tecnológicos, abrange vários meios de comunicação. Assim, o design de comunicação tem como campo de estudo e trabalho a comunicação e seus canais.

Atualmente, esse tipo de design está fortemente ligado ao vídeo, à música, ao design gráfico, editorial, web-design, redação e, ao contrário de outros processos criativos, depende muitas vezes de enunciados. Aproxima-se das competências do marketing, mas não elege o corporativismo do século XX como tónica do seu desenvolvimento. Idealmente, centra-se no ato criativo para nele recolher ideias que recoloquem e reformulem os problemas, para depois passar para a sua resolução.

O curso de Design de Comunicação tem como principal objetivo a formação de profissionais especializados nos diversos campos de criação e produção do Design de Comunicação contemporâneo. O curso é basicamente desenvolvido em cima de dois pilares, a prática e conceito: o primeiro está associado às realidades culturais e de mercado, primando pelo desempenho profissional de liderança; o segundo busca a investigação e que o profissional encontre o seu próprio espaço de autoria e desenvolvimento. As principais áreas de estudo do curso são:
  • Multimedia e Novas Culturas Digitais;
  • Design Editorial, Tipografia e Ilustração;
  • Identidade Corporativa e Institucional;
  • Estudos e práticas da Imagem Fotográfica e Audiovisual;
  • História e Crítica do Design;
  • Estudos de Cultura Visual.

Não encontrei muito conteúdo na internet que falasse mais detalhadamente do design de comunicação, mas pude perceber que este tipo de design agrupa basicamente os tipos de design ligados à construção da identidade visual de uma instituição, mas sua linha de pensamento configura fugir dos padrões estabelecidos e inovar na construção da comunicação entre a empresa e seu cliente (independe se o cliente é o interno ou externo), fugindo assim da premissa de agradar um gosto pessoal (melhor dizendo preferencias) e focando os esforços na funcionalidade de tratar a comunicação para transmiti-la eficazmente.

A comunicação e vista de uma forma mais criativa, buscando empregar o que há de melhor nos design gráfico, editorial, multimídia etc. Isso atualmente pode ser uma ferramenta indispensável para as empresas ou marcas que pretenda afirmar-se no mercado. Segundo a GKM, em termos genéricos, podemos dizer que o design de comunicação materializa-se na forma coerente de comunicar através da linguagem gráfica.

Desta forma o foco está em utilizar as ferramentas certas para promover uma instituição, marca ou produto e criando um diferencial com a concorrência. Para finalizar confira uma imagem de novas mídias utilizadas no design de comunicação.

Digital Signage
É uma rede de ecrãs digitais, profissionais, que permitem a uma empresa ou organização comunicar os seus bens e serviços. Hoje em dia, constitui também uma importante ferramenta publicitária que interage com o cliente alvo.























Mobile Design



Ah! Se quiserem mais detalhes sobre o curso de Design da Comunicação segue o link de algumas escolas (em Portugal) e que oferecem essa formação:

Até mais!

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Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_de_comunica%C3%A7%C3%A3o
http://sigarra.up.pt/fbaup/cursos_geral.FormView?P_CUR_SIGLA=LDCAG
http://www.zekeshore.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mobile.jpg
http://www.uxbooth.com/wp-content/uploads/2011/02/viewport-demo.png
http://www.vetordesign.com/Wallpapers.html
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Futuro, como será? Como pensamos hoje o futuro.

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Olá! E a vida?


Para dar continuidade a série futuro, vou falar agora de como nós, cidadões do século XXI, imaginamos os próximos 50 ou 100 anos. No último post, falei sobre como as pessoas no início do século XX idealizavam o nosso século (XXI). Não vou me estender muito com blá, blá, blá, vamos ver alguns vídeos institucionais que falam sobre o futuro próximo e outros que tratam de como será o cotidiano, a ciência, etc.

Sei que muitos de vocês já devem ter visto esses vídeos, mas quem já assistiu vale a pena rever. Garanto é de deixar qualquer um de queixo caído, vamos lá! 

O primeiro vídeo é da Corning, e demonstra o potencial inovador do vidro que estará cada dia mais presente no nosso cotidiano. O vídeo com o título "Um Dia Feito de Vidro" mostra a tecnologia do "vidro eletrônico", já em desenvolvimento pela empresa. Esta é a "versão brasileira" traduzida por Ivens Góes.



Uma coisa curiosa é que boa parte dessas tecnologias são frutos das pesquisas sobre o vidro e sua história remete ao Egito de quatro mil anos atrás.  Hoje o vidro é muito mais do que vasos e espelhos. Eles estão nas fibras óticas, displays touchscreen, televisores, iluminação, embalagens de alimentos e bebidas, automóveis e uma infinidade de aplicações.

O próximo vídeo foi produzido pelo Microsoft. Entítulado "o Futuro Idealizado pela Microsoft", ele traz uma visão futurista em que as pessoas interagem com a tecnologia. No entanto, o mais incrível é que o vídeo se passa em 2019, isso mesmo 2019 (haja otimismo). Observem que praticamente tudo é feito através de touchscreen. Notem como os display trabalham de forma personalizada, identificando as pessoas, uma comunicação direta (pessoal até). Além disso, vejam o cuidado com que as pessoas lidam com a tecnologia, até mesmo as crianças, isso porque estão familiarizadas com ela.




Esse outro vídeo também é da Microsoft foi produzido para promoverMicrosoft Surface (Touch Screen Table). Este computador tem o formato de uma mesa, com uma tela de 30 polegadas, e o principal meio de interação com ele é o uso das mãos. Aqui no Brasil, podemos vê-lo em alguns programas jornalísticos. Veja a multiplicidade de interações que ele permite... o futuro começa agora?




Se você ainda estiver a fim de conhecer o Microsoft Surface, veja o vídeo da versão 2.0. Agora veja o que a Sony pensa do futuro, o vídeo do PlayStation 9 é uma loucura.





O futuro demonstrado nos vídeos acimas, irá chegar até nós? Eu tenho certeza de que essas empresas investiram e estão investindo pesado para criar a tecnologia que possibilitará à nós viver como demonstrar os vídeos. Mas claro! Tal modo de vida será primeiramente experimentado pelas pessoas com um poder aquisitivo maior, mas depois - bem depois - chegará à classe média, etc. (Espero que até lá tenham resolvido o problema da fome).


O último vídeo, é de uma série da Discovery Channel - o nome é 2057. O que impressiona nele é quantidade de detalhes do vídeo, por exemplo, como se barbear, receber e fazer ligações, os dispositivos de ligar e desligar, interação com as máquinas, etc. Eu sugiro que assistam toda a série, no entanto, são inúmeros capítulos e demoraria bastante. Aí vai o vídeo.




Nossa! São muitos vídeos que tratam da nossa visão de futuro, então por hoje já temos muita coisa para assistir, né! Em breve, posto outros vídeos e conversamos mais sobre nosso futuro...


Então galera, esse post foi maravilhoso de escrever... espero que a leitura também.


Fiquem bem! Deus os abençoe!


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